27 de março de 2009
22 de março de 2009
Sem razão
Nem sempre…
O passado se explica
O presente se entende
O futuro se alcança
Nem sempre há …
Motivos
Explicações
Objectivos
Razões
Porque nem tudo tem um propósito…
O passado se explica
O presente se entende
O futuro se alcança
Nem sempre há …
Motivos
Explicações
Objectivos
Razões
Porque nem tudo tem um propósito…
19 de março de 2009
Olhar escondido
Na mudez das profundezas algo olha sem pudor.
Formas de pensamento dão luz ao que imaginas.
A quietude das memórias azuis reflecte o som de um sorriso ausente.
Bocados queimados pelo tempo afundam-se no escuro esquecimento.
Perdes um olho na luta das ondas, num mar que não navegas.
Cicatriz cozida em espuma …
Contornos desgastados na chuva.
Corpo enrugado pela água numa caixa temporária.
Semana zangada que se senta numa confortável 3ª feira.
Surrealismos diários são servidos em pratos rachados.
Imagem aquecida em forno de gelo…
Sombras reluzentes pairam nesse olhar escondido…
Formas de pensamento dão luz ao que imaginas.
A quietude das memórias azuis reflecte o som de um sorriso ausente.
Bocados queimados pelo tempo afundam-se no escuro esquecimento.
Perdes um olho na luta das ondas, num mar que não navegas.
Cicatriz cozida em espuma …
Contornos desgastados na chuva.
Corpo enrugado pela água numa caixa temporária.
Semana zangada que se senta numa confortável 3ª feira.
Surrealismos diários são servidos em pratos rachados.
Imagem aquecida em forno de gelo…
Sombras reluzentes pairam nesse olhar escondido…
18 de março de 2009
17 de março de 2009
9 de março de 2009
23 de fevereiro de 2009
13 de fevereiro de 2009
Camaleão aos pedaços...
Photo by Alice atras do EspelhoNa preguiça da loucura bocejo à espera.
O tempo pára só por uns segundos.
Tomo um banho de som intrépido.
Limpo os olhos de papel. Remendos cristalinos.
Retiro da boca umas palavras, algumas vêm rasgadas.
Sacudo este sentimento.
O silêncio questiona.
Vou lá estar gentilmente, tal como antes.
Pássaros chilreiam baixinho, nas persianas.
Escondemos a dor num cesto,
E ninguém quer ouvir a Morte.
Cozo a pele numa manta de cores.
Mudo de camisola por um punhado de respostas,
Um dia para dentro e um dia para fora.
Com coragem de camaleão procuro outros animais.
Palpita a mão da tua geração,
E há sempre alguma coisa que partiu.
Sorri crocodilo enquanto te sentas no trono.
Boa viagem quando caíres,
Agora para cima e depois para baixo.
Verifiquei no eco do precipício,
E ao meu ouvido a Fantasia sussurrou.
Dedico um sono profundo às nuvens.
Emerge a realidade. Dentro do casulo.
Apercebo-me que estás ai.
Em toda a parte.
Olho em volta para o tamanho das ruas.
Vende-se amor aos litros.
Apanho os pedaços da tua voz.
És tu? Ou sou eu?
Dou-te tempo para matares.
Quando o mundo está demasiado comigo.
Volto a enlouquecer…
O tempo pára só por uns segundos.
Tomo um banho de som intrépido.
Limpo os olhos de papel. Remendos cristalinos.
Retiro da boca umas palavras, algumas vêm rasgadas.
Sacudo este sentimento.
O silêncio questiona.
Vou lá estar gentilmente, tal como antes.
Pássaros chilreiam baixinho, nas persianas.
Escondemos a dor num cesto,
E ninguém quer ouvir a Morte.
Cozo a pele numa manta de cores.
Mudo de camisola por um punhado de respostas,
Um dia para dentro e um dia para fora.
Com coragem de camaleão procuro outros animais.
Palpita a mão da tua geração,
E há sempre alguma coisa que partiu.
Sorri crocodilo enquanto te sentas no trono.
Boa viagem quando caíres,
Agora para cima e depois para baixo.
Verifiquei no eco do precipício,
E ao meu ouvido a Fantasia sussurrou.
Dedico um sono profundo às nuvens.
Emerge a realidade. Dentro do casulo.
Apercebo-me que estás ai.
Em toda a parte.
Olho em volta para o tamanho das ruas.
Vende-se amor aos litros.
Apanho os pedaços da tua voz.
És tu? Ou sou eu?
Dou-te tempo para matares.
Quando o mundo está demasiado comigo.
Volto a enlouquecer…
Contrastes
Porque dizer tudo, é muito...
Porque não dizer nada, é pouco...
Os contrastes também falam...
8 de fevereiro de 2009
Ruído
Os raios de sol que espreitam atrás do espelho,
Trazem consigo os dias em multidão,
E a chuva ainda sorri esporadicamente.
Biquínis amarelos dançam nas ondas da praia,
Bolas coloridas pulam de jovem em jovem,
E os burburinhos perdem-se na sombra da brisa.
Toalhas descascadas em conversas amenas,
Gafanhotos de comida saltam de boca em boca,
E os gelados lambem caras inocentes.
São a areia que bates no chinelo,
São o sal que tiras nos braços da tua pimenta,
São as ideias que esfregas na gordura do teu creme.
No ruído de uma foto as tuas memorias,
No ruído de uma musica a tua escuridão,
No ruído de uma casa a tua vida.
Troco de corpo,
Visto uma paisagem,
Durmo em ti,
Acordo em mim,
Não posso ouvir mais este ruído!
O silêncio faz músculo no meu ouvido…
Trazem consigo os dias em multidão,
E a chuva ainda sorri esporadicamente.
Biquínis amarelos dançam nas ondas da praia,
Bolas coloridas pulam de jovem em jovem,
E os burburinhos perdem-se na sombra da brisa.
Toalhas descascadas em conversas amenas,
Gafanhotos de comida saltam de boca em boca,
E os gelados lambem caras inocentes.
São a areia que bates no chinelo,
São o sal que tiras nos braços da tua pimenta,
São as ideias que esfregas na gordura do teu creme.
No ruído de uma foto as tuas memorias,
No ruído de uma musica a tua escuridão,
No ruído de uma casa a tua vida.
Troco de corpo,
Visto uma paisagem,
Durmo em ti,
Acordo em mim,
Não posso ouvir mais este ruído!
O silêncio faz músculo no meu ouvido…
3 de fevereiro de 2009
Dilema etico - Frase da noite
Hoje durante a noite, alguém disse: "Antes pobre e viver na rua, do que andar por aí com o cú dorido. Assim posso-me sentar onde quiser e quando quiser..."
1 de fevereiro de 2009
Beijo de Pedra
Um beijo frio nos teus doces lábios,
Nunca se perdem na boca do tempo.
Um beijo morto do teu sabor,
Vive na língua dos teus dias,
Muda e sem razão, é engolida.
A sofreguidão da Morte,
Num gesto pujante e sem pudor,
Abraça o calor do teu Amor,
Apenas num Beijo de Pedra.
Nunca se perdem na boca do tempo.
Um beijo morto do teu sabor,
Vive na língua dos teus dias,
Muda e sem razão, é engolida.
A sofreguidão da Morte,
Num gesto pujante e sem pudor,
Abraça o calor do teu Amor,
Apenas num Beijo de Pedra.
8 de janeiro de 2009
7 de janeiro de 2009
Lost Images
Algumas das Imagens perdidas na minha memória de 2008...
Esperando que 2009 traga mais Imagens por descobrir...
Link: http://www.youtube.com/watch?v=KwzByCoAHpo
Esperando que 2009 traga mais Imagens por descobrir...
Link: http://www.youtube.com/watch?v=KwzByCoAHpo
26 de dezembro de 2008
Bom Natal!
Bem já passou mais um Natal...
Estamos quase a entrar num novo ano...
Mas até lá ainda vou sonhar...
Com mundos e cores,
Cujas transparências sabem a licor de ameixa...
Bjs para todos
29 de julho de 2008
Na Sombra do Sol
Photo by Alice atras do EspelhoA variação na velocidade das sombras nunca mostra a cara.
A caixa do teu corpo nunca mostra surpresas.
A dança da tua mente nunca mostra as palavras completas.
O sorriso da tua alma nunca mostra a grandeza das tuas nuvens.
Avanças numa perspectiva crua, dentro da penumbra esquecida.
Alastras um veludo pano, na escuridão do teu toque.
Engoles de um raciocínio só, o ar disperso.
Abraças intimamente a tarde do teu ser.
Vi outros fugirem do teu contraste, deixaram rastro em néons de ouro falso e partiram com um molho de cicatrizes debaixo do braço.
Não entendem as nuances luminosas no fosso do teu cheiro, nem os contornos desenhados na musicalidade das tuas profundezas.
A tua não superfície incomoda, todos os que vivem em cabanas de imutabilidade camuflada, com um brilho escondido.
Esse é o tesouro dourado…Permanece debaixo da tua capa numa adivinha salpicada. Ele é a força desconhecida que os raios da tua transparência não mostra, a coragem abrasadora que atravessa as ondas da tua parede, o escudo ritmado na textura das tuas emoções.
Sorves sedução e exalas um desconhecido radiante.
Os passos do teu caminho, são números etéricos num esquema cujos habitantes circenses não querem aprender…
Guias em cavalos nocturnos, as palavras-pesadelo em torno da fragilidade daqueles artistas mascarados, que nunca mostram a face nem frases quebradas.
O espelho da tua noite é uma mitologia que não se apaga, por mais que os reflexos subterrâneos da tua opacidade viva na sombra do Sol…
A caixa do teu corpo nunca mostra surpresas.
A dança da tua mente nunca mostra as palavras completas.
O sorriso da tua alma nunca mostra a grandeza das tuas nuvens.
Avanças numa perspectiva crua, dentro da penumbra esquecida.
Alastras um veludo pano, na escuridão do teu toque.
Engoles de um raciocínio só, o ar disperso.
Abraças intimamente a tarde do teu ser.
Vi outros fugirem do teu contraste, deixaram rastro em néons de ouro falso e partiram com um molho de cicatrizes debaixo do braço.
Não entendem as nuances luminosas no fosso do teu cheiro, nem os contornos desenhados na musicalidade das tuas profundezas.
A tua não superfície incomoda, todos os que vivem em cabanas de imutabilidade camuflada, com um brilho escondido.
Esse é o tesouro dourado…Permanece debaixo da tua capa numa adivinha salpicada. Ele é a força desconhecida que os raios da tua transparência não mostra, a coragem abrasadora que atravessa as ondas da tua parede, o escudo ritmado na textura das tuas emoções.
Sorves sedução e exalas um desconhecido radiante.
Os passos do teu caminho, são números etéricos num esquema cujos habitantes circenses não querem aprender…
Guias em cavalos nocturnos, as palavras-pesadelo em torno da fragilidade daqueles artistas mascarados, que nunca mostram a face nem frases quebradas.
O espelho da tua noite é uma mitologia que não se apaga, por mais que os reflexos subterrâneos da tua opacidade viva na sombra do Sol…
6 de junho de 2008
Hoje
Entre as linhas por escrever, as ideias por nomear e as imagens por numerar, escorre-me o tempo entre os dedos...
A gaveta aberta do armário, os olhos semi-cerrados de sono e os papeis espalhados numa mesa, ficam os dias numa semana que ainda não preencheu o mês...
Amanhã é cedo demais, ontem faz parte de memórias passadas, mas hoje fica aqui tão pertinho...
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